Empresário, fique atento ao serviço que contrata para armazenamento de dados em nuvem.

Três em cada quatro empresas migram dados confidenciais para nuvem, diz IDC

Pesquisa do International Data Corporation (IDC) aponta que 68% das empresas brasileiras ainda estão se adequando às normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrou em vigor em setembro do ano passado.

Um aspecto em meio a essa tendência preocupa os especialistas, porém: a alta migração de dados confidenciais para o armazenamento em nuvem — hoje, 76% das companhias optam por guardar informações nesse tipo de servidor, o que representa um risco à segurança dos conteúdos.

O estudo aponta ainda que 40% das empresas consideram aumentar o consumo de serviços em nuvem, sendo que 30% delas pretendem implementar ferramentas para gestão de privacidade.

Para Luiza Leite, CEO e fundadora da startup Dados Legais — que auxilia empresas a cumprir as exigências da lei —, o aumento da procura por serviços em nuvem torna imprescindível que as empresas conheçam os requisitos da LGPD.

“Um dos principais pontos de atenção em relação a esses serviços diz respeito ao local onde está situado o servidor da nuvem. Caso os bancos de dados sejam armazenados fora do país, isso é considerado transferência internacional de dados e deve ter tratamento especial à luz da LGPD”, diz a advogada.

“Outro fator importante é sobre o cumprimento correto dos direitos dos titulares de dados, uma vez que a escolha do servidor em nuvem deve levar em conta a garantia aos titulares do acesso claro às informações sobre o tratamento de dados confidenciais ali presentes, assim como a devida exclusão ou anonimização, a depender do caso”, conclui.

Fonte: Portal ConJur.

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